sábado, 13 de julho de 2013

EU CORRO PORQUE - Gesse Freire da Cruz

Quem frequenta a pista de cooper do Museu do Ipiranga ou mora na região, certamente já viu um corredor com uma faixa amarela fosforescente escrito "Jesus" na testa a faixa é em relação ao trabalho missionário, mostrando Jesus em sua vida. Ele é Gesse Freire da Cruz, ou Gesse Pacheco, como é conhecido. 
Com 58 anos e prestes a se aposentar como eletricista, Gesse tem energia de sobra para encarar qualquer prova. Quando mais novo, seu esporte preferido era levantar ferro na academia mas, aos 27 anos, sua vida atlética tomou um rumo diferente, quando foi assistir ao irmão Davi participar de uma corrida. 
Ficou encantado com todo aquele movimento e decidiu treinar. Diversas corridas


depois, foi tricampeão da corrida da Eletropaulo em Cotia e em muitas outras. Em 1996, a história se repetiu. Ele levou os dois filhos Adriano e André para vê-lo correr a São Silvestre, e o que aconteceu? Tornou-se primeiro técnico dos filhos, já que naquela ocasião, Adriano terminou como terceiro colocado na São Silvestrinha, aos 8 anos. 

A motivação tornou os filhos atletas profissionais e com formação em Educação Física e, hoje, são os filhos que treinam o pai na Assessoria Adriano Pacheco. Alguém tem alguma dúvida que o esporte está no sangue?

Gesse Freire da Cruz - passou de 500 corridas

Por que começou a correr - foi quando fui ver o meu irmão Davi correr, fiquei entusiasmado com o clima festivo do evento, comecei a treinar e não parei mais.

Onde costuma treinar - no Museu do Ipiranga e na Via Anchieta.

Curiosidade - nos 6K de Heliópolis tinha uma lombada a uns 20m da largada e, mesmo com a orientação da organização e dos filhos, larguei muito forte na frente de todo mundo, mas fui ultrapassado quando tropecei na lombada me estabacando no chão.


Antes da largada - eu oro por mim e pelos atletas realizarem uma boa prova.

Na chegada - eu agradeço por tudo e por ter corrido bem. 

Pior corrida - foi a 10K de Caieiras, como não sou fã de subidas, me dei mal.

Quem admira no esporte - como sou um pai coruja, admiro os meus dois filhos atletas, Adriano e André.

Correr é - vida, saúde e bem estar.


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