sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ONDE TREINAR - Parque Prefeito Celso Daniel

Com uma área total de 3,5 mil m², o antigo parque Duque de Caxias foi rebatizado em 2002 de Parque Prefeito Celso Daniel em homenagem ao prefeito morto naquele mesmo ano. É um dos cartões postais da cidade de Santo André, vizinho de um shopping e de uma estação de trem. Oferece uma boa opção para um treino em meio a uma vegetação densa e chão de terra e cimento.

É bastante visitado aos finais de semana. O motivo são as diversas opções de lazer que oferece, como lagos, parque para as crianças, bancos e mesas, pista de corrida, bicicletário, fraldário, quadra poliesportiva, campinhos de areia de futebol, lanchonetes, além de diversos eventos.

O lugar, com sua diversidade vegetal, é todo cercado por portões de ferro,

garantindo segurança aos visitantes. Há, ainda, um pequeno estacionamento e acesso para portadores de necessidades especiais, com corrimões, sanitários e rampas. 

Conta com três entradas: avenida Dom Pedro II, rua das Caneleiras e rua Padre Manoel de Paiva.

No momento, o parque esta passando por uma grande reforma.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

AS AVENTURAS DE UM CORREDOR URBANO - R$ 900

Por - Fernando Dantas

Quando não tenho prova agendada, costumo fazer um treino longo durante a semana. Como moro na região do Ipiranga, desço a rua Vergueiro em direção à Via Anchieta e, de lá, dou a volta pelo Grande ABC e retorno pelo mesmo caminho, o que totaliza uns 30 km. Mas, desta vez, fiz o contrário e fui até Santo André, passei no jornal onde trabalhei tempos atrás e fiquei conversando por um bom tempo com os velhos amigos de trabalho.

Por que estou detalhando o meu caminho? Por um motivo muito simples: sempre acreditei que as coisas acontecem por algum motivo. No retorno para casa, mais precisamente em frente à UniABC (Universidade do Grande ABC), que fica na divisa de Santo André com São Caetano do Sul, parei na bifurcação por um momento para decidir se voltaria pela avenida do Estado ou pela avenida Goiás. Achei melhor a Goiás porque a avenida do Estado tem muito caminhão e a poluição ali é terrível.

Bom, voltamos à corrida. Passando pela GM, já em São Caetano do Sul, na calçada desviei de uma senhora com roupas simples que vinha na direção contrária mexendo em sua bolsa. Até aí, nenhuma novidade. Quando parei para atravessar uma das ruas, vi uma nota de R$ 100. No momento, pensei que seriam aqueles folhetos de empréstimo consignado com dinheiro estampado mas, claro, resolvi conferir e, para minha surpresa, contei R$ 900. Fiquei sem ação, não sabia o que fazer. Olhei para frente, não vi ninguém, olhei para trás e, bem lá atrás, vi a senhora que passou por mim.

Já imaginei a possibilidade de a mulher ter sacado a aposentadoria, corri para conferir e questionei se ela, por acaso, havia sacado dinheiro no banco. Talvez devesse tê-la abordado de outra maneira porque ela poderia pensar que era um assalto, mas a mulher respondeu que não. Claro que não mostrei as notas e nem comentei, logo de cara, que havia achado algo, foi quando ela começou a tremer e exclamou com uma voz trêmula: "espera, tô indo pagar uma conta" e tirou um boleto de cartão de crédito. Pediu para eu ler o que estava escrito ali, talvez não soubesse ler ou os números eram pequenos demais. Conferi e o valor da fatura era de R$ 843, ou R$ 143 o pagamento mínimo. Não tive dúvida, vi a senhora mexendo na bolsa lá atrás e vim conferir se era seu mesmo, entreguei-lhe o dinheiro. Ela abriu uma sacolinha de mercado com o RG e dobrou o boleto junto com as notas, me agradeceu muito, disse que estava indo pagar esta conta para uma pessoa.

Bom, depois pensei na possibilidade de a senhora ter me enrolado e levado a grana, mas as evidências eram muito contundentes, segui o meu caminho com o sentimento de dever cumprido e com satisfação de ter ajudado alguém. Imagina na hora em que ela fosse pegar o dinheiro e nada, complicado né? Concluindo: terminei o meu treino de 32 km cansado, claro, mas feliz.

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Um par de tênis por uma pedra de crack

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

VAMOS FAZER UM COOPER?

Certamente você já escutou a lendária frase "vou fazer cooper". A história deste nome remete ao norte-americano e médico cardiologista da Nasa e do exército, Kenneth Cooper. O médico sempre foi um assíduo atleta, mas com os estudos e os afazeres da vida adulta nos idos de 1960, aos 29 anos, percebeu que estava obeso e, em vez de tomar medicação para emagrecer, começou a correr. Teve êxito e começou a prescrever corrida para seus pacientes. Como era também médico das Forças Armadas, ele se viu diante de um problema: vários jovens aviadores estavam tendo casos de enfarte. Como evitar que outros também passassem pelo problema?

A solução estava na melhoria da capacidade física dos militares. Daí surgiu a ideia de um teste de 12 minutos de corrida, em que a distância percorrida nesse período daria uma medida aproximada do consumo de oxigênio da pessoa, na qual se concluiria sua aptidão física. 

Em 1968, Cooper lançou o livro "Aerobics". Ele e Bowerman (co-fundador da Nike) foram os responsáveis na luta contra o sedentarismo e aos altos índices de obesidade em crianças e adultos. A receita era simples: os iniciantes tinham como meta melhorar a resistência física, para depois lentamente aumentar a velocidade e a distância. Com este método, fez aumentar consideravelmente o número de praticantes de joggers - nome dado aos corredores. Curiosamente, Cooper, em entrevista a uma revista à época, relatou que não gostava de correr e concluiu: "Eu não corro por prazer. Corro por causa dos grandes benefícios que isso traz. Se paro por alguns dias, consigo sentir meu enfraquecimento físico e mental". O método Cooper é utilizado até hoje, principalmente nos testes ergométricos.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ORIGENS - Saucony

Sua história começa com o imigrante russo Abraham Hyde e seus filhos em uma pequena loja em Massachusetts, EUA. Essa loja cresceu e se especializou em calçados esportivos. A primeira fábrica da companhia foi fundada em 1898 em Kutztown, Pennsylvania, às margens do Creek Saucony. Em 1910, chamada Hyde Athletic Industries. Ao longo dos anos, Hyde tornou-se conhecida por calçados inovadores, incluindo modelos como SpotBilt e PF Flyers; a Hyde Athletic Industries comprou a Saucony no final dos anos 1960, e mudou-se para Cambridge. Até o final dos anos 1990, quando Saucony tornou-se o modelo dominante da Hyde, o nome da empresa foi oficialmente mudado de Hyde Athletic Indústrias para Saucony.
Em junho de 2005, a Stride Rite Corporation (fabricante de Keds, Top-Sider Sperry e outros modelos) anunciou um acordo para adquirir a Saucony. Ambas as empresas estão sediadas na grande região de Boston, Massachusetts: Stride Rite em Lexington e Saucony em Peabody. Stride Rite foi adquirida pela Payless ShoeSource no Outono de 2007.
As caixas de sapato Saucony já tiveram a frase "sock a knee" impressa nelas. O modelo Saucony representa o fluxo constante do Saucony Creek, e os pedregulhos que forram o leito do riacho.
A empresa é também um produtor de calçado de corrida popular, fazendo tênis para corridas de cross country e trilhas. 
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New Balance

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

FRASE DE CORREDOR

"Um ser humano sem sonhos, é um morto ambulante".

Messias Gomes - técnico de boxe

OS ULTRAS - Carla Goulart

Considerada a prova de corrida a pé mais difícil do mundo vai reunir competidores de diversos países entre eles a ultramaratonista mineira Carla Goulart que se prepara para o desafio extremo que  vai ser realizado  em International Falls , na divisa dos EUA com Canadá 
Os treinos começaram no cerrado mineiro e agora seguem para o hemisfério norte, para iniciar a etapa de adaptação as temperaturas baixíssimas que vão predominar na prova de corrida na neve considerada a mais difícil entre os desafios extremos. Uma prova que exige força, persistência  e muito preparo físico. 
Carla GoulartA bicampeã da Jungle Marathon  e campeã das 100 Milhas de Portugal a enfermeira de 37 anos Carla Goulart  se prepara para uma das provas mais difíceis da sua vida. Na prova os competidores precisam levar tudo o que  vão precisar  para a sobrevivência em temperaturas que podem chegar a -20˚( água, alimento, barraca e saco de dormir). 
A ultramaratonista Carla Goulart quer ser a primeira sul-americana  a completar o Arrowhead, prova de 217 km, considerado o circuito de provas a pé mais duro do mundo.  A prova de ultra-distância tem  135 milhas, ou 217 KM,  deverá ser  percorrida em  limites de tempo pré determinados em 60 horas contínuas. O período agora é de muito treino e preparação nutricional para a prova de resistência que será realizada primeira semana de janeiro na divisa dos EUA e Canadá, período de baixas temperaturas que exige muito do competidor.
Essa Copa do Mundo de corridas em ambientes  de máxima dificuldade já é considerada a série mais difícil do planeta é formada pelas provas BR 135 Ultramarathon (corrida nas montanhas), Badwater Ultramarathon (corrida no deserto) e Arrowhead Ultramarathon que é a corrida na neve.  

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

FRASE DE CORREDOR - Doris Brown Heritage

"Quando você se coloca na linha de largada de uma corrida e expõe-se ao desconhecido, você aprende coisas sobre si mesmo que são muito emocionantes".

Doris Brown Heritage - ex-fundista norte-americana.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

EU CORRO PORQUE - Thiago Costa

Como toda grande metrópole, São Paulo tem ritmo acelerado e cobra um preço alto de quem vive nela. Chega a ser uma questão de insalubridade. Não bastassem o trânsito carregado, a poluição (ambiental, sonora e visual), a violência e uma longa lista de mazelas, quem vive nesse corre-corre, tem alimentação desregrada e está constantemente sob estresse pode ser "tragado" por esta pauliceia desvairada. 

Foi o que quase aconteceu ao executivo de vendas da Nikon, Thiago Costa. Quando o cardiologista lhe disse: “sua filha acabou de nascer e você está com 420 de colesterol; você quer ir na festa de 15 anos dela?", foi um choque que o fez afrouxar a gravata e pensar em se dedicar a alguma atividade física e regrar melhor sua alimentação.

Decidiu se dedicar à corrida de rua por ser uma ótima opção, barata e que pode ser praticada em qualquer lugar do planeta.

Como as viagens são rotina na sua profissão, quando não consegue um tempo livre para correr, procura uma bicicleta ergométrica nos hotéis onde se hospeda para suar e manter a rotina de treinos. Quando não está em viagens, facilmente pode ser encontrado no parque do Ibirapuera cumprindo sua meta de 11 km toda quarta-feira à noite e 10 km aos domingos.

Hoje, percebeu o tempo perdido. "Antes era aquela sensação de inchaço e moleza; hoje, a disposição e o humor melhoraram muito". Correr é o melhor remédio para espantar o estresse e manter a saúde em dia.

Thiago Costa - 33 anos
profissão – Executivos de vendas - 23 medalhas

por que começou a correr – ordens médicas... o cardiologista me disse: “sua filha acabou de nascer e você está com 420 de colesterol; você quer ir na festa de 15 anos dela?”

relate algo curioso – um casamento em plena corrida Sargento Gonzaguinha em Santos... O casal, depois da cerimônia, correu os 10k.

onde costuma treinar – Parque do Ibirapuera.

o dia de herói - quando completei meus primeiros 10k embaixo de muita chuva.

corrida dos sonhos – São Silvestre.

antes da largada - procuro relaxar.
 
na chegada - caminho, respiro fundo e penso “Show! Mais uma!”

pior corrida – Adidas Run Primavera deste ano... Acho que comi algo que não me fez bem no dia anterior e, justamente quando estava em cima do Minhocão, comecei a me sentir mal... Depois do sétimo quilômetro, eu melhorei e consegui terminar sem andar.

quem admira no esporte - Wanderley Cordeiro de Lima 

correr é - uma realização pessoal do tipo: este é um presente de “mim para mim mesmo”.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

CINCO APLICATIVOS PARA FACILITAR A SUA CORRIDA

Para turbinar ainda mais sua corrida, cinco programinhas com funções que vão tirar seu treino da rotina e ajudar você a melhorar seu desempenho.
Zombie, Run!
O que fazer se o planeta sofrer um ataque zumbi? Só o que resta e correr, certo? Isso é o que mais de 500.000 coredores ao redor do mundo fizeram. Eles transformaram sua corrida em uma aventura com o Zombie, Run!. O aplicativo tira o seu treino da rotina e habilita missões conforme você corre. São 40 desafios abertos, e mais 50 obtidos a medida que se chega mais perto de salvar o mundo de um apocalipse zumbi. Também é possível ouvir sua playlist enquanto os zumbis dão uma trégua.
RunOnBeat
Se você gosta de correr para se distrair, sem pensar em diminuir tempo, queimar calorias, ou pretende chegar aos seus objetivos de forma divertida, usar o RunOnBeat pode ser uma (boa) pedida. Como o próprio nome diz, com ele você passa correr em harmonia com as batidas das músicas que tocam em seu fone de ouvido. Ele te ajuda a encontrar colegas de corrida, mostrando o usuário do aplicativo que está correndo mais próximo por meio de um mapa (do Google Maps).  As cores rosa e azul diferenciam, respectivamente, mulheres e homens.
Pumatrac
Lançado recentemente, o Pumatrac tem todas as funções convencionais dos aplicativos de corrida, além de mostrar como fatores externos – fases da lua, clima, altitude, hora, dia da semana, estação do ano, além do uso de redes sociais e lista de reprodução musical – que podem afetar o seu desenvolvimento. Após o termino da corrida, ele mostra ainda pontuação, distância, recordes pessoais, clima, entre outros. Essas informações podem ser compartilhadas nas redes sociais. Também ajuda a localizar novos lugares de treinos para sair da rotina e possibilitar novas experiências. Ao viajar, ele sugere rotas para você correr, mesmo longe da sua cidade.
Softrace
O Softrace é um aplicativo com GPS voltado para praticar esportes ao ar livre como corrida, caminhada e ciclismo.  Por meio dele, é possível realizar competições com amigos e desafiar a si mesmo. Ele inclui também um medidor de velocidade, distância, altitude, além de permitir o controle total das suas atividades por meio do Google Maps.
Runstar
O Runstar serve como um assistente pessoal de corrida. Ele tem quatro modos de execução (esteira, distância, tempo e livre) e, na versão paga, o usuário pode receber feedback por áudio do seu desempenho. Se você precisar de um gás a mais, é possível escolher dentre sua playlist uma “power up song”, música que incentivará você a ultrapassar limites. É possível também traçar metas de tempo ou distância e compartilhar os resultados com amigos no Facebook.
O2porminuto

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

CUIDADOS AO VIAJAR DE AVIÃO APÓS UMA MARATONA

Josivan Lima,
médico endocrinologista e maratonista

Cada vez mais combinamos corrida com turismo e, com a participação crescente de brasileiros em provas no exterior, tomar um avião é habito corriqueiro para se chegar ao local da prova e retornar para casa após a corrida. Mas há algum risco em correr após viagens longas ou viajar após uma maratona?

Dependendo da duração do voo e da corrida. Este perigo decorre da possibilidade de se desenvolver um problema chamado trombose venosa profunda a (TVP). Trata-se de uma condinação na qual, diante de fatores predisponentes, forma-se um coágulo (trombo) em uma ou mais veias profundas do corpo, usualmente nas pernas, causando dores semelhantes a cãibras. A formação deste trombo geralmente necessita de uma estase sanguínea, ou seja, que o sangue circule mais lentamente, e por isso é mais frequente acontecer quando se passa muito tempo sentado em viagens de carro ou avião. Além da dor na perna, um destes trombos pode migrar através da corrente sanguínea para o pulmão, levando a uma situação muito mais séria, chamada embolia pulmonar.

A desidratação, comum após as maratonas, deixa o sangue mais viscoso, o que também contribui para a trombose. Idade avançada é outro fator de risco, mas uma grande parte dos atletas que desenvolvem TVP têm menos de 60 anos.

O tempo de voo é  mais um motivo de preocupação e há relatos de que entre 1% e 10% dos passageiros em viagens com duração entre 2 e 10 horas podem representar algum grau de trombose venosa, geralmente não diagnosticada.

Recomenda-se não ficar muito tempo parado, ou seja, sentado, durante a viagem. Deve-se movimentar as pernas com frequência, flexionando-as a cada 15 minutos para ajudar a manter a circulação do sangue o mais próximo do normal. Outra conduta que ajuda a evitar a formação de trombos é usar meias de compressão, assim como procurar caminhar no corredor do avião. Se o voo é muito longo, outra opção é se programar previamente para realizar uma parada em alguma cidade, aproveitando para fazer turismo e reduzir os riscos.

Para reconhecer os sintomas é muito simples - panturrilha endurecida e dolorida, semelhante a uma cãibra, mas muito mais duradoura - um diagnóstico precoce é importante, pois o atraso no diagnostico piora bastante o prognóstico, podendo causar a morte.

RECEITA DO HOLTZ - Fusili Picante

Ingredientes

400g de fusili
250g de lingüiça fresca picante          

250g de acelga
2 dentes de alho
½ taça de vinho branco seco
1 L de caldo de carne
50g de queijo parmesão ralado
40g de manteiga
Sal e pimenta
Azeite extra virgem

Modo de preparo

Lave bem a acelga, escalde rapidamente em água com sal e, depois de escorrer esprema para tirar o excesso de água, pique bem fininho.
Desmanche a linguiça retirando a pele. Deixe dourar numa panela baixa juntamente com o alho picado. Quando a lingüiça estiver cozida, acrescente o fusili cru, mexa bem por 1 min., acrescente o vinho, deixando evaporar metade e por fim coloque a acelga picada.
Misture bem a te secar e tempere com sal e pimenta a gosto.
Com o auxilio de uma concha coloque pouco a pouco o caldo de carne já quente, deixando secar cada concha antes de despejar a seguinte, e cozinhe como um risoto por 20 min. em fogo baixo, mexendo sempre.

Apague o fogo e junte a manteiga e o queijo parmesão ralado.  Tampe a panela e deixe repousar por 2 min. antes de servir.








Rodrigo Holtz - chef e corredor










penne com Shimeji fresco

COGUMELOS RECHEADOS